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O meu cancro

O meu cancro

Pandemia travou luta contra o cancro

A pandemia de covid-19 foi “um balde de água fria” nos três rastreios oncológicos que permitem o diagnóstico precoce de cancros da mama, do colo do útero e do cólon e reto.

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O número de pessoas convocadas para rastreios oncológicos de cancros da mama, do colo do útero e do cólon e reto diminuiu de mais de 1,2 milhões, em 2019, para 655 mil, em 2020, isto devido à pandemia da covid-19. A informação é avançada por José Dinis, diretor do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas da Direcção-Geral da Saúde (DGS), ao jornal Público.

A pandemia não teve apenas impacto nos rastreios, mas também nas cirurgias oncológicas. No fim de 2020, estavam em lista de espera para cirurgia 5.804 pessoas com neoplasias malignas, das quais cerca de 30% (1.728) nos três institutos de oncologia (IPO) do país.

O diretor salienta que estes números são “enganadores”, porque “não há um cancro, há muitos cancros”.

No IPO de Lisboa, que é o mais sobrecarregado, em 50% dos casos os tempos de resposta máxima garantida para cirurgia não eram cumprido. No caso do Porto, tal ocorre em 37% dos casos e no IPO de Coimbra em 22%.

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