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O meu cancro


Quinta-feira, 01.08.19

Cirujanos del Hospital Vall d'Hebron de Barcelona operan con éxito un cáncer de páncreas avanzado gracias a una técnica pionera

operação.jpgCirujanos del Hospital Vall d'Hebron de Barcelona han operado con éxito un cáncer de páncreas avanzado, el de peor pronóstico y que hasta ahora era inoperable, mediante una técnica pionera que consiste en utilizar una aguja que pincha el tumor y que permite abrasar y destruir las células mediante calor.

El cáncer de páncreas es la tercera causa de muerte por neoplasia en todo el mundo y los médicos prevén que el año 2019 será la segunda causa de muerte por cáncer; además, en solo uno de cada cinco casos se puede recurrir a una intervención quirúrgica.

Una de las pacientes que se han sometido a esta intervención quirúrgica, María José, ha explicado que en abril de este año le diagnosticaron el tumor de páncreas y en agosto se sometió a una intervención con la nueva técnica quirúrgica. María José, que ha ejercido de médica de familia toda su vida, "sabía que la supervivencia al cáncer de páncreas es pequeña" y se daba a sí misma "unos seis meses", aunque ahora, tras la nueva cirugía, se siente "muy bien".

Leia toda a notícia.

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por Zé LG às 00:26

Sexta-feira, 25.01.19

O CANCRO NEM SEMPRE É UMA CONSEQUÊNCIA DO ESTILO DE VIDA

Não escolhe sexos, nem idades, nem estratos sociais. Mas também não escolhe pessoas com base no seu estilo de vida. Um estudo publicado em 2017 nos Estados Unidos revela que a maioria dos casos de cancro é provocada por erros genéticos e não tanto pelo estilo de vida.

"Na maioria das vezes, estas mutações são inofensivas, (...) mas ocasionalmente ocorrem em genes que desencadeiam o cancro. E isso chama-se azar ou má sorte", disse.

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por Zé LG às 15:10

Quarta-feira, 28.03.18

EQUIPA LIDERADA POR PORTUGUESA DÁ MAIS UM PASSO NO COMBATE AO CANCRO

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Uma equipa internacional de investigação liderada por Mónica Bettencourt Dias, do Instituto Gulbenkian de Ciência, identificou características importantes das células cancerígenas, que podem ajudar os médicos na luta contra o cancro.

O estudo envolveu uma equipa de investigação internacional do Instituto Gulbenkian de Ciência em colaboração com investigadores do I3S- Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, IPATIMUP -- Instituto de Patologia e Imunologia Molecular, Instituto de Medicina Molecular, Instituto Português de Oncologia, e Dana-Faber Cancer Institute dos Estados Unidos).

Mónica Bettencourt Dias, bióloga, é a diretora do Instituto Gulbenkian de Ciência. Substituiu este ano o britânico Jonathan Howard.

Leia todo o artigo em: http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2018-03-28-Equipa-liderada-por-portuguesa-da-mais-um-passo-no-combate-ao-cancro.

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por Zé LG às 23:40

Quarta-feira, 14.02.18

"Tenho muito medo de ter cancro"

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Foi eleito o patologista mais influente do mundo pela revista britânica ‘The Pathologist’ e há quase cinco décadas que se dedica a estudar uma das doenças mais mortais do século XXI: o cancro. A experiência consolidada neste domínio confere-lhe legitimidade para retratar a patologia, designadamente os cancros da tiróide e do estômago. Mas estes quase 50 anos não lhe tiraram o medo do cancro. Sem pudores, Manuel Sobrinho Simões confessa ao Notícias ao Minuto que o cancro o assusta. “Tenho muito medo de ter cancro”, admite.

São quase 50 anos a estudar o cancro. Esta é uma doença que ainda o assusta?

O cancro assusta-me muito. A minha atividade sempre esteve muito direcionada para o cancro da tiróide e do estômago. E, por exemplo, o cancro da tiróide tem uma mortalidade muito baixa; mais de 95% dos casos são controlados ou curados. Mas no estômago conseguimos apenas controlar cerca de 20 ou 25% das situações. Ou seja, em 75 a 80% das pessoas morrem, apesar de não ser no imediato. Por isso, tenho muito medo de ter cancro porque embora já se trate muito bem uma grande percentagem dos tumores, 40% de casos acabam por morrer. Se a pessoa tiver pouca sorte de ter um cancro dos que não são fáceis de tratar nem de controlar acaba por morrer.

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por Zé LG às 14:39

Segunda-feira, 06.03.17

NOVO TESTE SANGUÍNEO CONSEGUE IDENTIFICAR LOCALIZAÇÃO EXATA DO CANCRO

Um novo teste sanguíneo capaz de apontar o local do corpo onde cresce um cancro, permitindo combatê-lo de forma precoce, é o resultado de um estudo de cientistas da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos.

Os cientistas responsáveis pelo estudo procurarão agora levar as suas conclusões para o plano clínico, trabalhando com oncologistas para apurar e refinar este método.

Segundo a Sociedade Portuguesa de Oncologia, o cancro é a principal causa de morte em Portugal para quem tem menos de 65 anos. Quase um terço (31,7%) dos portugueses que morrem antes dos 65 anos são vítimas de um tumor - a percentagem mais elevada entre todas as causas de morte.

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por Zé LG às 21:36

Quinta-feira, 23.02.17

MAIS CASOS DE CANCRO DO CÓLON DEVIDO AO ABANDONO DA DIETA MEDITERRÂNICA

Há mais portugueses com cancro. Segundo os dados do Registo Oncológico Regional do Sul (ROR-Sul). O cancro com maior incidência é o da mama, seguem-se os da próstata e o do cólon - este último foi o que registou a maior subida por causa dos hábitos alimentares. 

O cancro do cólon passou a ser o terceiro com maior incidência na zona sul do país. Entrevistada pela Renascença, a directora do Registo Oncológico Regional do Sul explica que o aumento do cancro no cólon está ligado à mudança dos hábitos alimentares.

“Nós passámos, na década de 80, 90, de uma dieta marcadamente mediterrânica, para uma dieta de alimentos processado, mais alimentos com gorduras animais, mais consumo de mais carne e menos peixe, consumo de menos vegetais e menos frutas frescas”, descreve Ana Miranda.

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por Zé LG às 12:58

Quinta-feira, 03.11.16

SÃO CADA VEZ MAIS OS SOBREVIVENTES DE CANCRO EM PORTUGAL

"Há cerca de 350 mil sobreviventes de cancro em Portugal" no decorrer dos últimos 20 anos, diz o presidente do Núcleo do Centro da Liga, Carlos de Oliveira, que é também o responsável pela organização do 2.º Congresso Nacional de Sobreviventes de Cancro, que se realiza em Coimbra, nos dias 11 e 12.

Atualmente, há 50 mil novos casos por ano em Portugal, sendo que a taxa de mortalidade, cinco anos após o diagnóstico, ronda "os 50%", informou. No entanto, a taxa de sobrevivência deverá continuar a aumentar, bem como a incidência da doença na população portuguesa, resultante de vários fatores, nomeadamente "o envelhecimento da população" (a maioria dos cancros aparece em pessoas idosas) e "as alterações do estilo de vida", explanou Carlos de Oliveira.

Com a necessidade de debater e partilhar várias questões relacionadas com os sobreviventes de cancro, a Liga vai organizar o seu segundo congresso dedicado ao tema.

Lei todo o artigo AQUI.

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por Zé LG às 22:44

Quarta-feira, 17.08.16

É PRECISO INVESTIR MAIS NA PREVENÇÃO E NA INVESTIGAÇÃO

Cancro ultrapassa as doenças cardiovasculares e torna-se na principal causa de morte em 12 países da Europa. 


Ler o artigo AQUI.

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por Zé LG às 00:48

Quarta-feira, 01.06.16

"TERAPIA DE CANCRO DESCOBERTA EM COIMBRA ESTÁ A REVELAR-SE EFICAZ"

"Vários estudos e experiências provaram a eficácia da molécula Redaporfin" no tratamento de diversos tipos de cancro. Primeiro fármaco português para tratamentos oncológicos poderá estar no mercado "dentro de três a quatro anos".

De acordo com os ensaios realizados, "86% dos ratinhos com tumores diversos que foram tratados com esta tecnologia, seguindo exigentes protocolos de segurança, ficaram curados", salienta a mesma nota, adiantando que "não se observaram efeitos secundários, como acontece com os tratamentos convencionais", como a quimioterapia.

O aspeto mais inovador do tratamento fotodinâmico com Redaporfin reside no facto de "estimular o sistema imunitário do paciente, ou seja, a terapia limita o processo de metastização do tumor", isto é, "o sistema imunitário fica alerta e ativa a proteção antitumoral contra o mesmo tipo de células cancerígenas noutras partes do organismo", conclui Luís Arnaut.

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por Zé LG às 01:00

Quarta-feira, 24.02.16

DESCOBERTA PODE LEVAR A NOVOS TRATAMENTOS DO CANCRO DO PÂNCREAS

foto-ciencia1035846b.jpgUma equipa de cientistas identificou quatro subtipos da doença. Avanço vai permitir atacar de forma selectiva e específica cada tipo de cancro do pâncreas.
“Os quatro subtipos agora identificados representam uma reclassificação da doença. Deverá fornecer uma base para novas abordagens sobre opções terapêuticas personalizadas para cada paciente e servir de rampa de lançamento para investigar novos tratamentos”, disse à comunicação social britânica o professor Andrew Biankin, que liderou o estudo.
O cancro do pâncreas é um dos mais letais e a quarta maior causa de morte no espaço da União Europeia.

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por Zé LG às 23:56


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